Opinião

EDITORIAL: É preciso regulamentar as redes sociais com a máxima urgência

Os defensores da não regulamentação das redes sociais, são, na verdade os maiores vetores de fake News, até porque eles mesmos são pessoas de “mentira”, na realidade usam uma máscara fajuta deles mesmos. Pois quem defende a ideia de redes sociais livres de regulamentação, ou são os donos das big techs ou são criminosos.

Nas redes sociais, a pessoa encontra de tudo, desde ensinamentos de como produzir uma bomba até a prática de crimes bárbaros, suicídios, construção de armas de fogo e gás letal, todo este tipo de conteúdo está a disposição de quem quiser estas informações.

Quem não se lembra do “Baleia Azul” que ceifou vidas de jovens pelo mundo inteiro? E tantos outros que não consigo me lembra no momento, que também esparramaram mortes e terror em muitos lares ao redor do mundo.

O jovem músico Vinicius Gagueiro Marque de apenas 16 anos, morador de Porto Alegre RS, que era conhecido nas redes sociais pelo nome Yoñlu, ele cometeu suicídio assistido por outras pessoas via chat virtual em 2016, seguindo instruções de um site que se propõe a divulgar este tipo de conteúdo.

Recentemente a imprensa brasileira noticiou o caso do adolescente de 17 anos, que atirou dois coquetéis Molotov em um morador de rua, na zona oeste do Rio de Janeiro. O crime foi filmado e transmitido ao vivo pela rede social Discord, onde jovens disseminação conteúdos perturbadores e propagação de ódio.

Em depoimento ele disse que foi motivado por um desafio, o de se vangloriar perante outros participantes [da rede social] e que ele teria recebido um valor em torno de R$ 2 mil por um indivíduo ainda não identificado”, veja a que ponto chegamos, tem pessoas que no anonimato das redes sociais pagam para jovens desatentos matarem e gravarem seus crimes.

A regulamentação da internet é urgente e necessária, mesmo a despeito desses “inhos”, extremistas, que não conseguem enxergar um palmo sequer a frente do nariz, defendem apenas o direito de continuarem postando suas mentiras sem serem molestados pela justiça, pouco se preocupando com a vida de tantas pessoas que foram ceifadas ao longo dos anos.

Como cidadão, como pai e avô, me preocupo e defendo a regulamentação das redes sociais com máxima urgência.

José Carlos Garcia/da editoria

 

 

 

 

 

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